A Polícia Militar de Jarinu descobriu neste domingo (21), no bairro Maracanã, em Jarinu, duas chácaras usadas para falsificação de bebidas e laboratório de drogas. Uma ficava ao lado da outra.

Tudo começou quando o representante do proprietário de uma das chácaras acionou a Polícia Militar para uma possível invasão no local, já que havia relatos de movimentações suspeitas na chácara, entrada e saída de pessoas além da realização de festas.

Laboratório para refino e preparo de entorpecentes

Os Policiais Militares, Cabo Wellington e Soldado Andretto, com apoio do Sargento Fabrício e Cabo Felipe; Tenente Diogo, Soldado Silva e Soldado Adinan, além do representante do imóvel, entraram na chácara e já constataram forte odor de entorpecentes.

Durante a vistoria, foram encontrados recipientes contendo substância branca semelhante à cocaína, balanças digitais, produtos químicos e demais objetos usados em laboratórios para o refino de drogas, em diversos cômodos do imóvel.

Bebidas falsificadas

Enquanto o local era vistoriado, os policiais puderam ver que a chácara vizinha estava com o portão aberto e que os criminosos poderiam ter fugido naquele sentido, além de haver grande quantidade de garrafas e embalagens de bebidas alcoólicas.

Houve a tentativa de contato com os ocupantes, porém, a chácara estava desocupada. Diante da fundada suspeita, os policiais entraram no imóvel e constataram que ali funcionava uma fábrica clandestina de bebidas falsificadas.

Foi localizada grande quantidade de garrafas vazias de diversas marcas de bebidas, lacres, rótulos, embalagens e caixas de papelão prontos para o envasamento em diversos quartos do imóvel.

Havia ainda tonéis e baldes de diferentes capacidades, alguns com líquidos inflamáveis, sistema artesanal de envase e produtos finalizados, prontos para o comércio ilegal.

A ocorrência foi encaminha ao Plantão Policial de Campo Limpo Paulista para as devidas providências.

A perfeita ação da Polícia Militar de Jarinu resultou na localização e desativação de dois imóveis utilizados para fins criminosos, sendo o primeiro voltado ao refino e preparo de entorpecentes em larga escala, e o segundo à produção e falsificação de bebidas alcoólicas de diversas marcas, representando grave risco à saúde pública e à ordem econômica.

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Márcio Costa, jornalista e radialista, inicia sua carreira em 1983 como locutor noticiarista em Sorocaba. Em Atibaia, em 1988, implanta um formato inovador na FM local com entrevistas e transmissões ao vivo. Em São Paulo, atuou em rádio e televisão por mais de 25 anos. Em 2015, cria o jornal g8.